Pode-se constatar que toda esta região da Foz do Mondego foi habitada, em tempos remotos, mais precisamente desde o período paleolítico, através dos achados arqueológicos, encontrados pelo arqueólogo Dr. Santos Rocha.
Vagueando pela história, chegamos à época em que se fez pela primeira vez referência ao território de Vila Verde, a 16 de Fevereiro de 1096, quando D. Abade Pedro elaborou um documento no qual doava à Sé Episcopal de Coimbra os terrenos da Fontanela e S.Veríssimo (actualmente Vila Verde), pertencentes à igreja de S.Julião.
O couto de Vila Verde passou, ao longo do tempo, por várias entidades, mas entretanto em 1412, recebeu foral do cabido Coimbrense.
A partir de 1782 Vila Verde ficou sujeita à jurisdição da Figueira da Foz, pois anteriormente fazia parte do limite de Montemor-o-Velho.
Em 1790, depois de Vila Verde se separar das freguesias de S. Julião e Alhadas, D. Francisco de Lemos Pereira Coutinho, bispo de Coimbra, eleva-a a Junta da Paróquia sobre a protecção de Santo Aleixo, santo padroeiro desta mesma freguesia.
Passou a fazer parte do Município da Figueira da Foz administrativamente a partir de 1821, por requerimento dos Vilaverdenses, os quais tiveram o apoio de um ilustre senhor, Manuel Fernandes Tomás.
A junta da paróquia foi extinta no ano de 1913. A partir daí até 1919, Vila Verde ficou a ser dirigida por comissões administrativas, mas em 1919 originou-se a primeira junta de freguesia, nesta localidade.