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Casas
à beira-mar a custos de sonho
Depois da Leirosa e
de S. Pedro com habitação social à beira-mar, chegou a vez da Costa
de Lavos poder dar resposta aos anseios dos mais carenciados. Casas com
uma solução paisagística integrada, que não vão virar as costas à
floresta, num projecto que prevê também a recuperação urbanística
daquela zona
Na zona nascente do actual perímetro urbano da Costa de Lavos, a
Empresa Municipal de Habitação “Figueira Dómus” vai construir 13
fogos, em regime de custos controlados. O projecto de arquitectura vai
ser apresentado na Câmara, tendo já sido analisado pelo Instituto
Nacional de habitação.
Estas habitações sociais surgem na sequência da política encetada
por este executivo, «dando resposta às necessidades da população»,
segundo referiu ao nosso Jornal Daniel Santos, o vereador do urbanismo.
Os fogos vão nascer num espaço da autarquia, junto à estrada
principal que vai dar à praia, mas que integra alguns terrenos
privados, tendo já existido conversações com os seus proprietários.
A proposta que vai ser apresentada relacionou-se com a envolvente
construída, numa perspectiva que «não virou costas à zona florestal»
e numa solução «paisagística integrada, reforçando a relação
entre o espaço urbano e a floresta», segundo o autarca, propondo-se um
espaço de ligação, que convide os utentes à sua fruição plena.
Na mesma área, serão igualmente construídos equipamentos de apoio,
como mobiliário infantil, campos de jogos, parque de merendas entre
outros, que irão complementar os dois espaços, o florestal e o urbano.
Para Daniel Santos, a concretização deste projecto significa «a
satisfação das necessidades em termos de habitação social
identificadas na Costa de Lavos», mas também o envolvimento da Câmara
Municipal, «na recuperação urbanística daquela zona». Este é mais
um projecto que se insere num ciclo «que irá continuar até ao final
do mandato», sustentou o autarca, visando atingir os mil fogos de
habitação social, prometidos pelo executivo de Santana Lopes.
Bela
Coutinho
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